Quando pensamos na qualidade de um concentrado de hemácias, de um concentrado de plaquetas ou do plasma fresco congelado, é comum associar esse conceito apenas às condições de armazenamento. No entanto, a qualidade de um hemocomponente começa muito antes de sua...
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Controle de qualidade em imuno-hematologia: como garantir que seus reagentes realmente estão funcionando?
A confiabilidade dos testes de imuno-hematologia começa muito antes da leitura de uma reação de aglutinação. Antes mesmo da primeira amostra ser processada, existe uma etapa indispensável para garantir resultados seguros e confiáveis: o controle de qualidade. Testes...
Do hemocentro à Hemobrás: por que o congelamento é estratégico para o futuro da hemoterapia brasileira?
Quando falamos em hemoterapia, é comum pensarmos na doação de sangue, nos testes de imuno-hematologia ou na transfusão de hemocomponentes. No entanto, existe uma etapa fundamental que muitas vezes passa despercebida, mas que tem impacto direto na qualidade dos...
Testes imuno-hematológicos no pré-natal: por que o Coombs Indireto deve ser feito em todas as gestantes?
O pré-natal é uma das principais oportunidades para prevenir complicações maternas, fetais e neonatais. Entre os exames de rotina, os testes imuno-hematológicos têm papel essencial porque permitem identificar incompatibilidades sanguíneas capazes de causar a doença...
Da veia à bolsa: lesão por estocagem, o que a literatura fala?
A transfusão de concentrado de hemácias é uma terapia essencial na medicina transfusional, mas o armazenamento das hemácias fora do organismo não é biologicamente neutro. Durante a conservação refrigerada, as células sofrem alterações progressivas chamadas, em...
Alíquotas pediátricas: como a hemoterapia adapta a transfusão aos pequenos pacientes
Quando falamos em transfusão, é comum pensar em uma bolsa de sangue sendo transfundida em um adulto. Mas, na pediatria — especialmente na neonatologia — a lógica é diferente. Bebês prematuros, recém-nascidos e crianças pequenas têm volume sanguíneo muito menor,...
Sistema Lewis
Na imuno-hematologia, alguns sistemas de grupos sanguíneos são lembrados imediatamente pelo risco transfusional, como ABO, Rh, Kell, Duffy, Kidd e MNS. Outros aparecem com menos dramaticidade, mas ainda assim exigem raciocínio técnico. O sistema Lewis é um desses...
Da veia à bolsa: sistema aberto ou sistema fechado, qual a diferença na prática?
Quando falamos em bolsa de sangue, muitas vezes pensamos apenas no recipiente que recebe o sangue do doador. Mas, na rotina da hemoterapia, a bolsa faz parte de um sistema crítico de segurança. Ela não está sozinha: envolve tubos, bolsas satélites, conexões, soluções...
Da veia à bolsa: por que nem toda bolsa de sangue é igual?
Quando pensamos em transfusão, é comum que o foco esteja nos testes laboratoriais, na compatibilidade e na segurança imunológica. No entanto, existe um elemento fundamental, muitas vezes negligenciado na rotina: a bolsa de sangue. Longe de ser apenas um recipiente...
Sistema Diego
Na investigação de anticorpos irregulares, a escolha das hemácias utilizadas na triagem (pesquisa de anticorpos irregulares - PAI ou Coombs indireto) é um fator crítico para garantir a detecção de anticorpos clinicamente relevantes. Ainda que os sistemas ABO e Rh...








